A Impossibilidade Termodinâmica da Evolução

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A teoria da evolução postula que as mutações aleatórias e a seleção natural podem aumentar a informação genética ao longo de gerações sucessivas.

Argumenta-se frequentemente a partir de uma perspectiva evolutiva que isto não viola a segunda lei da termodinâmica, pois a entropia de um sistema não isolado poderia ser reduzida pela entrada de energia de uma fonte externa, especialmente do sol quando se considera a terra como um sistema biótico.

Desta forma, propõe-se que um determinado sistema pode tornar-se organizado à custa de um aumento da entropia noutro lugar. No entanto, embora esse argumento funcione para estruturas tais como os flocos de neve que são formados por forças naturais, ele não funciona para a informação genética, porque o sistema de informação é composto de maquinaria que exige aumento dos níveis de energia livre precisos e não-espontâneos – e a energia livre em cristais como os flocos de neve é zero, quando a transição de fase ocorre.

A maquinaria funcional dos sistemas biológicos como o DNA, RNA e proteínas exige que esse aumento nos níveis de energia livre preciso e não-espontâneo, seja formado nas ligações moleculares que são mantidas num estado longe do equilíbrio.

Para além disso, as estruturas biológicas contêm instruções codificadas que não são definidas pela matéria e pela energia das moléculas que carregam esta informação. Assim, a complexidade especificada não pode ser criada por forças naturais, mesmo em condições que estão longe do equilíbrio.

 

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